Rio - 11 de junho de 2015

A Resistência da Vila Autódromo

 

Foto-falante por André Vallias

Os moradores da Vila Autódromo vão levar um abaixo-assinado ao prefeito Eduardo Paes nesta quinta-feira (11/06), às 11h, no prédio principal da administração municipal, em que solicitam, com urgência, audiência com o prefeito. Após declarações públicas do próprio Eduardo Paes sobre a possibilidade de permanência da comunidade (https://www.youtube.com/watch?v=RZG1S9hxHuE), os moradores reivindicam a elaboração de um plano da administração municipal, a fim de que seja assegurada a manutenção das famílias na área vizinha ao antigo autódromo e as obras do Parque Olímpico. Os moradores têm o direito de permanecer ali asseguradores legalmente. Leia Mais

 

A luta para abrir a caixa-preta da Fetranspor

Aos poucos, a verdade vem à tona! Poucos meses após arquivar nossa denúncia sobre irregularidades nos convênios entre a Secretaria Municipal de Educação (SME) e a Fetranspor, visando o custeio das gratuidades estudantis, o Tribunal de Contas do Município do Rio determinou uma redução nas tarifas dos ônibus. Para isso, alega que não se pode onerar ainda mais os usuários pagantes por conta de um direito que é público. 

No fundo, o que está em discussão aqui é esse mecanismo perdulário e totalmente obscuro, que é o sistema de bilhetagem eletrônica e sua famigerada “câmara de compensação”, gerida pelas empresas e sem qualquer ingerência do Poder Público. 

Por esse e outros motivos, precisamos que o nosso PL 238/2015, já protocolado na Alerj, seja discutido o mais rápido possível. 

Não há mais qualquer legitimidade para que esse sistema de financiamento do transporte público continue nas mãos de empresas que não têm compromisso algum com o ir e vir de nossa população.

 

Evento segunda na ABI

A atual gestão da cidade do Rio de Janeiro é pensada, articulada e gerida por meio de acordos entre os gabinetes governamentais e as grandes empresas. São elas que comandam políticas centrais como a urbana, de saúde, de educação, de transportes, entre outras. A população não é ouvida, e seus interesses são preteridos em função dos grandes negócios que envolvem, em grande parte, doadores das campanhas.

Para pensar uma alternativa a isto, na próxima segunda-feira (15), o PSOL Carioca vai lançar o movimento Se a Cidade Fosse Nossa, aberto a todas e todos que acreditam que outra cidade é possível.

O objetivo do partido é mobilizar a sociedade civil em torno de um projeto alternativo para a cidade do Rio de Janeiro, um trabalho em aberto e em permanente produção. Será organizado um ciclo de seminários temáticos e encontros de bairro que, aliado a uma plataforma virtual, nos permita elaborar um programa para a cidade da maneira mais democrática e coletiva possível.

 

Em defesa da Villa-Lobos

Participamos da Audiência Pública, organizada pela Comissão de Cultura, da qual integramos, e que debateu a conjuntura atual da Escola de Música Villa-Lobos.

A Escola, que já foi de excelência na formação de técnicos na área musical no país, hoje está sucateada e corre o risco de não ter mais seu ensino técnico.

Estamos na luta ao lado dos alunos, pais, professores e funcionários em defesa do curso técnico, do concurso público para professores, e de que se invista, de fato, na Escola, para que volte a ser uma Escola de referência no país.

É preciso transparência nas decisões administrativas e orçamentárias.

 

RIO ANTIGO

Algumas ruas registram datas históricas que nem sempre identificamos com facilidade à primeira vista. É o caso da Rua Primeiro de Março, uma das principais vias do centro do Rio. A antiga Rua Direita foi rebatizada em homenagem ao fim da Guerra do Paraguai, ocorrida em 1º de março de 1870. Por coincidência, a cidade do Rio de Janeiro foi fundada em 1º de março, só que de 1565. Viaje no tempo