Rio - 24 de abril de 2013

Debate: Para o PSOL continuar necessário


É amanhã, quinta-feira, 25/04, o debate sobre a tese “Para o PSOL continuar necessário”. Chico Alencar apresentará os principais pontos desta contribuição ao IV Congresso do partido. Estarão, na mesa-redonda, o vereadores Eliomar Coelho e Paulo Pinheiro (PSOL/RJ), Henrique Vieira (PSOL/Niterói), e o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL/RJ). Organizado pelo Núcleo Zona Sul do PSOL, o evento começa, às 18h, no Sinpro, que fica na Rua Pedro Lessa, 35, 2º andar, Centro.
Dia: quinta-feira, 25/04
Hora: 18h
Local: Rua Pedro Lessa, 35, 2º andar, no Centro (Sinpro)

Da necessidade do PSOL
“Nos anos 30 do século passado, existiu na Itália um vigoroso e criativo movimento chamado “Giustizia e Libertá”. De viés socialista, já combatia os desvios do stalinismo e, claro, era também antifascista. Buscava aproximar justiça social, cuja plena realização só seria possível em uma sociedade socialista, com liberdade. Nosso partido tem como razão de ser atualizar, no século XXI, esses objetivos. Por isso somos um partido necessário, o que, porém, não assegura que seguiremos crescendo e nos consolidaremos como organização política transformadora, de quadros qualificados, de massas: o PSOL ainda é um partido em construção. Construção de quase uma década – concomitante com a mutação do PT, o êxito eleitoral do lulopetismo e o crescente desencanto com a política. Construção ‘piracema’, nadando contra a corrente, numa conjuntura muito difícil para a esquerda fiel aos seus princípios.(…)”. Trecho da tese “Para o PSOL continuar necessário”.

Qualidade de vida
Foi aprovado, em primeira discussão, projeto de lei de autoria do vereador Eliomar Coelho que estabelece obrigatoriedade de uso de redutor de ruídos nos veículos de carga que circulam no município. O processo de descarga muitas vezes produz um barulho metálico repentino e insuportável, especialmente para quem mora perto de supermercados. O sistema de redução de ruídos constitui-se de anteparo removível de material que amortece o impacto na operação de carga e descarga. A matéria será apreciada ainda em segunda discussão.

Vamos impedir?

Vamos pressionar os vereadores da Câmara Municipal para que seja votado, o mais rápido possível, o projeto de decreto legislativo, de autoria do Mandato Eliomar Coelho, que susta os efeitos do decreto do prefeito Eduardo Paes autorizando a derrubada do Célio de Barros e do Júlio Delamare? Semana passada, o MP conseguiu uma liminar que proibiu a demolição do Julio Delamare. Mas o prazo de desocupação do parque aquático é dia 10/05 e o governo avisou que recorrerá da decisão judicial. Na quinta-feira passada, 18/04, o deputado estadual Marcelo Freixo protocolou um projeto de resolução que cria uma Comissão Especial Parlamentar para fiscalizar o processo licitatório e a execução do contrato de concessão do Complexo do Maracanã. Leia o artigo “A privatização do Maracanã é um escândalo!”, de Chico Alencar.

“Ponha-se na Rua!”
Quando a Família Real chegou ao Brasil, em 1808, 10 mil casas foram pintadas com a inicial PR (Príncipe Regente) que logo ganhou o apelido popular de “Ponha-se na Rua”. A sigla SMH, usada pela secretaria municipal de Habitação para marcar casas de famílias que estão sendo submetidas ao processo de remoção, já virou “Sai do Morro Hoje”. Leia entrevista da Agência Pública com a jornalista Paula Paiva Paulo que pesquisou o histórico de despejos das comunidades no Rio, realidade que vem se agravando em função das obras de infraestrutura para os megaeventos.

Um espaço democrático
Ronaldo Lemos
“Da mesma forma que a Constituição diz que todos são iguais perante a lei, o princípio da neutralidade da rede diz que todos os usuários e conteúdos devem ser iguais perante a rede. Essa ideia, longe de ser um tecnicismo de pouca importância, é o pilar da internet. Ela mantém a rede aberta à inovação, à competitividade e à livre iniciativa, à liberdade de expressão e a melhores serviços para o usuário.” Leia artigo na íntegra

RIO ANTIGO
Não havia a Câmara dos Vereadores. Não Havia o Teatro Municipal. Nem sequer o monumento em homenagem a Marechal Floriano Peixoto, que só foi inaugurado em 1910, um ano depois do imponente Municipal abrir as portas. O registro de Agusto Malta foi feito em 1904 quando a Praça Floriano era conhecida como Largo da mãe do Bispo. Viaje no tempo