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O Rio está abandonado à própria sorte

É chover no molhado, literalmente, mas é preciso dizer, mais uma vez, o que a Defensoria também vem enfatizar: Crivella relega o Rio a um tal nível da abandono que a Prefeitura não tem sequer uma política de prevenção de danos causados pelas chuvas. Os transtornos que atingiram milhares de pessoas nesta sexta-feira com os fechamentos da Avenida Niemeyer e do Túnel Acústico Rafael Mascarenhas, que liga a Barra da Tijuca à Zona Sul do Rio, somente atestam isso, novamente, e isso depois de todas as tragédias anteriores.

Depois das 10 mortes ocorridas em meio ao temporal de abril deste ano, a Defensoria Pública ingressou com uma ação civil pública obrigando que o governo municipal apresentasse seu plano de prevenção de chuvas. Plano que a prefeitura de Crivella afirma existir, mas curiosamente não resolve nada, além de ser comprovado o corte orçamentário na política de conservação que poderia ter evitado parte dos transtornos.

“O dado indica que a política pública não foi executada na prática e nem de forma eficaz. A redução do orçamento na aplicação de obras de manutenção, drenagem e esgotamento sanitário deixam claro que a política não está sendo executada”, disse a defensora pública Maria Júlia Miranda, do Núcleo de Terras e Habitação (Nuth) da Defensoria.

 

 

 

 

 

 

 

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