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Opine: organização do carnaval

Mais um carnaval se foi e no seu rastro muito mais lixo (um aumento em 12% em relação ao ano passado, segundo a Comlurb) e 671 foliões detidos até a quarta-feira de cinzas fazendo xixi na rua. No Metrô, as plataformas de estações próximas as áreas de blocos ficaram abarrotadas. No domingo, do Simpatia É Quase Amor, o acesso à estação General Osório chegou a ser interditado temporariamente por conta do excessivo movimento.

Opine. O que vc achou da organização do carnaval 2011? Faltou banheiro químico? Faltou policiamento? Faltou organização? Faltou transporte público? A prefeitura deu conta do serviço?

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Uma resposta a Opine: organização do carnaval

  1. Saudações

    Vou falar do lugar de não-foliã, somente como moradora da cidade.
    O que é possível observar é que o Carnaval cresceu muito. Se por um lado, dirão que isso é positivo porque dá visibilidade e traz recursos para a cidade; por outro, temos uma verdadeira invasão das ruas, o que provoca transtornos para os moradores dos locais por onde passam os megablocos.
    O aumento do lixo, os mal-educados que urinam na rua, a depredação do patrimônio público e de particulares, tudo isso deveria ser visto na hora de se habilitar o desfile de tantos blocos (mais de 400 em 2011).
    Ora, para quê tantos blocos, se as pessoas querem sair em todos eles? O público não se altera. Esse número excessivo de blocos, que obriga uma agenda também extensa, faria sentido se a cidade fosse territorialmente maior. Não é o nosso caso.
    Os blocos geralmente se concentram onde há mais turistas e transporte, o que sobrecarrega o sistema de transportes para todos. Sistema esse que já é precário.
    É bom lembrar que há pessoas que não brincam o Carnaval e apenas querem comer fora ou ir ao cinema.
    Reduzir o número de blocos é imperativo. A cidade não comporta tanta sujeira e urina, fora as outras necessidades fisiológicas.
    Uma boa ideia foi o renascimento dos bailes.
    A meu ver, o lucro gerado não compensa o transtorno para os nativos que não pulam Carnaval.

    Um abraço.

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