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PMDB de Cabral, Pezão, Paes e Pedro Paulo quebrou o Estado!

Dornelles, o interino com a mesma política, decretou calamidade pública e vai esperar acabar as eleições para declarar falência do estado?

A crise social continua grave. O panorama não mudou: salários de servidores atrasados, hospitais sem remédios, escolas e universidades sem condições básicas de funcionamento e por aí vai.

Dornelles já provou que não reúne as condições mínimas para tirar o estado desta situação. E nem poderia, pois ele e o PMDB são os responsáveis pela quebra do estado após anos de farra com o dinheiro público.

Mas o pior de tudo são os argumentos usados por sua equipe econômica para justificar a farra de benefícios fiscais concedidos a grandes empresas, conhecidas financiadoras de campanhas políticas, algumas delas inclusive envolvidas na Lava-Jato.

O secretário de Desenvolvimento Marcio Capute diz que “sem os incentivos o rombo seria maior”. Como assim, cara-pálida? Seria maior por quê? O Tribunal de Contas do Estado, no relatório da prestação de contas do governo de 2015, diz que a farra foi de R$ 185 bilhões, enquanto o governo do estado alega que é de R$ 47 bilhões.

Na contramão do que afirma o secretário, o relatório do TCE diz claramente que falta transparência, critério, falhas no controle e monitoramento na concessão de benefícios. E propõe uma inspeção extraordinária para bater tintim por tintim as informações prestadas pelo governo.

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