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PSOL entra com pedido de impeachment de Witzel

A bancada do PSOL na Alerj entrou hoje com pedido de impeachment do governador Wilson Witzel por crimes de responsabilidade detectados nas fraudes milionárias em contratos na área da saúde, durante a maior crise sanitária, econômica e social enfrentada em nosso estado. O pedido é reforçado pela recente rejeição, por unanimidade, das contas do primeiro ano de governo Witzel, pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ). Wizel não investiu o mínimo constitucional na Saúde e Educação, descumprindo ainda repasses para as áreas de Ciência e Tecnologia e Habitação, entre outras. O documento aponta ainda para a política genocida na área de segurança pública, que viola principalmente os Direitos Humanos da população pobre que vive nas favelas. O pedido é assinado por mim, Flavio Serafini, Renata Souza, Dani Monteiro, Mônica Francisco — e também pelos deputados Carlos Minc, Waldeck Carneiro e Enfermeira Rejane.

— Witzel pratica a mesma velha política que dizia combater, quando era candidato. Em pouco tempo, a máscara caiu. O que vimos, na saúde (em outras áreas também), é o mesmo esquema operando. A promiscuidade envolvendo empresários e agentes públicos, que viram a pandemia como uma oportunidade para se empanturrar de propina, pouco se lixando para a população. Um ato criminoso, que defendemos a apuração de responsabilidades até o fim, defendeu Eliomar.

Witzel tem contas reprovadas por tribunal

Pelo quarto ano consecutivo, as contas de gestão do governo do estado são rejeitadas. Uma vergonha. Witzel, seguindo os passos de seus antecessores, logo em seu primeiro ano, também teve as contas reprovadas pelo TCE-RJ.

— Não investiu o mínimo constitucional em Saúde e Educação. Também não repassou o mínimo previsto em lei para a Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio (Faperj) e para o Fundo Estadual de Habitação de Interesse Social (Fehis). Somente na Saúde, são mais de R$ 4 bilhões que deixaram de ser investidos nos últimos anos. Um desastre!, disse Eliomar.

No pedido de abertura do processo de impeachment, é solicitado que, ao fim da apuração dos crimes de responsabilidade, Witzel seja afastado, com perda do cargo, e suspenso por até cinco anos para exercer qualquer função pública.

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