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PSOL na Alerj

Nossa bancada protocolou uma representação no Ministério Público questionando as últimas operações policiais que ocorreram nas Comunidades: Caixa D’água, Dezoito, Saçu, Urubu, Flexal, Barão, Bateau Mouche, Chacrinha, Vigário Geral, Complexo do Salgueiro- São Gonçalo, Chapadão, Vila Kennedy e Morro dos Macacos-Vila Isabel.

Mesmo o Rio de Janeiro passando por uma das maiores crises sanitárias já vividas nos últimos tempos, a política de morte e sua lógica de confronto é o que dita o modelo de insegurança pública aplicado nas favelas e periferias do estado. Só nos dois primeiros meses de 2021, foram 47 pessoas mortas e 14 feridas em ações policiais, segundo a Rede de Observatório da Segurança do Rio de Janeiro.

Mesmo o Supremo Tribunal Federal (STF) determinando a ADPF 635, que suspende as operações policiais em comunidades do Rio de Janeiro durante a pandemia, vemos como funciona a lógica da segurança pública no estado. Além de um grande número de operações resultadas em mortes ou feridos, vemos prioridades de investimentos em armamentos e compras de blindados em detrimento da vida da população fluminense.

É preciso barrar essa lógica de morte que ceifa vidas faveladas e periféricas no estado do Rio de Janeiro!

#PSOLnaAlerj

@psolnaalerj

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