Rio antigo: a estátua de Pixinguinha

Uma estátua em bronze de Pixinguinha tocando saxofone, em tamanho natural, provoca a admiração de quem passa pela Travessa do Ouvidor, que liga a Rua do Ouvidor à Rua Sete de Setembro (antiga Rua do Cano), no Centro. O compositor de “Carinhoso” era frequentador assíduo do Bar do Gouveia (atual Wiskeria), ponto de encontro da boemia carioca. A obra mede 1,80m e leva a assinatura do escultor Otto Dumovich.

A passagem teria sido aberta no final do século XVII ou início do século XVIII. A viela também recebeu o nome de Rua Nova do Ouvidor, Rua do Padre Duarte, Rua das Flores e Cabo Roque, em homenagem a um herói da Guerra dos Canudos.

Embora de pequena extensão, no local funcionam bares, lanchonetes, papelaria e lojas de roupas e de produtos eletrônicos, além de cartório. Em um prédio da travessa funcionam setores do Ministério Público do Estado; em outro, a Procuradoria Geral do Município (PGM).

Alfredo da Rocha Vianna Filho (Rio de Janeiro, 1897-1973), o imortal Pixinguinha, tocava flauta e saxofone. Além de instrumentista talentoso, foi um grande compositor e arranjador. Entre milhares de composições, destaque para “Carinhoso” e “Lamentos”.

 

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