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Rio Antigo, toda sexta!

Parece foto montagem mas não é. Foi em 193O que o primeiro Zeppellin aportou na então capital federal. Era o Graf Zeppellin que partiu de Friedrichshafen, na Alemanha. O sucesso foi tanto que o dirigível fez três viagens no ano seguinte e nove em 1932. A aterrisagem era feita no Campo dos Afonsos.

Os constantes pousos levaram o governo a autorizar a construção de um hangar com 274 metros de comprimento e 61 metros de altura. O portão Sul, com duas folhas de 80 toneladas de peso, cada uma, era aberto com ajuda de potentes motores. A instalação era blindada para evitar surgimento de fagulhas e incêndio das aeronaves. Duzentos homens, gue ganharam o apelido de aranhas, ajudavam na atracação.

O tempo dos zeppellins não durou muito. Em 37, o hangar foi fechado, ano em que o dirigível Hindenburg fez sua última viagem ao Brasil. O acidente que destruiu a aeronave, somado à eclosão da Segunda Guerra Mundial, interrompeu as viagens das arrojadas aeronaves. A Aeroporto Bartolomeu Gusmão foi, então, transformado na Base Aérea de Santa Cruz. Vale a visita.

Quem teve a oportunidade de ver um zeppellin voando no céu não esquece o impacto.

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