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| Conselho Municipal de Cultura |
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O Conselho Municipal de Cultura finalmente começou a sair do papel. De autoria do Executivo, a lei que cria o Conselho foi baseada em projeto de lei do vereador Eliomar Coelho. No entanto, as regras que definirão o Conselho ainda não estão claras. Atualmente, um Conselho Provisório está elaborando as normas regimentais do novo órgão. Para garantir a constituição de um Conselho realmente democrático, é importante que todos continuem mobilizados e participando das etapas seguintes de sua implantação.
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| Cacique de Ramos, nosso patrimônio imaterial |
Eliomar apresentou projeto de lei que tomba o Bloco Carnavalesco Cacique de Ramos como bem de natureza imaterial da cidade do Rio de Janeiro. Além de papel central na história do carnaval de rua, o Cacique é importante por revelar grandes nomes do samba e da música popular brasileira, como Zeca Pagodinho, Jorge Aragão, Arlindo Cruz, Jovelina Pérola Negra, entre outros. O bloco criou ainda uma nova forma de tocar samba, incorporando instrumentos que até então, início dos anos 80, não eram comuns nos pagodes da cidade, como o banjo, o tantan e o repique de mão. Por tudo isso, merece ser reconhecido como patrimônio imaterial da cidade.
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| Bonde do Samba no calendário oficial da cidade |
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Outro projeto apresentado por Eliomar na área cultural propõe a inclusão do Bonde do Samba no calendário oficial do município. Uma iniciativa do cantor e compositor Bandeira Brasil, o evento arrasta uma multidão de foliões pelas ruas de Santa Teresa toda quinta-feira que antecede o Carnaval, já há cinco anos, reunindo sambistas que, à bordo do bondinho, cantam sambas e marchinhas como nos velhos tempos, até chegar ao Largo das Neves, onde realizam uma roda de samba de primeira qualidade.
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| Cidade da Música - CPI
chapa branca |
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Lamentavelmente a Comissão Parlamentar de Inquérito
criada pela Câmara Municipal para investigar os indícios
de irregularidades na construção da Cidade da Música
não cumpriu seu papel a contento. Uma manobra
do ex-prefeito Cesar Maia conseguiu garantir os cargos estratégicos da
presidência e da relatoria da CPI para seus aliados: os vereadores
Carlos Caiado (DEM) e Jorge Felippe (PMDB). Esta distorção
é inaceitável: o Legislativo tem abandonado sua prerrogativa
de fiscalizar as ações do Executivo. O mesmo aconteceu
na CPI do Pan, que acabou não sendo instalada porque vereadores
da base do prefeito votaram pelo seu adiamento. Infelizmente, já
vimos esse filme, e sabemos que mais uma vez a cidade e o contribuinte
serão lesados.
A Cidade da Música foi orçada inicialmente em 80
milhões, mas a obra já consumiu mais de 450 milhões,
um valor maior do que o dos investimentos em Saúde e Educação
somados. E tem mais: segundo as especificações do
edital publicado pela Prefeitura, a empresa concessionária
retornaria os valores investidos na obra somente em 25 anos, o que
caracterizaria uma violação ao princípio de
supremacia do interesse público. Mais que isso, não
há nenhuma previsão de que o espaço deva ser
destinado ao incentivo da cultura de nossa cidade. O mandato Eliomar entrou
com um mandado de segurança na 1ª Vara de Fazenda Pública,
pedindo a suspensão do edital de exploração
do espaço da Cidade da Música. O caso também está sendo investigado pelo Tribunal de Contas do Município, ainda sem conclusão mas com indicativo de superfaturamento. O Ministério Público aguarda a conclusão para tomar as providências cabíveis.
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Fundo
para o Desenvolvimento da Cultura
Câmara promulga lei de autoria de Eliomar |
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Também o Fundo para o Desenvolvimento da Cultura, outra bandeira do mandato Eliomar, foi aprovado pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Pela proposição,
o Fundo, que tem o objetivo dar suporte financeiro integral ou parcial
a projetos culturais, deverá ser administrado pelo Conselho
Municipal de Cultura ou, na falta deste, por uma comissão
paritária provisória composta de representantes do
Poder Público e da sociedade civil. Desta forma, pretende-se
promover a gestão descentralizada dos recursos públicos
destinados à cultura.
Clique
aqui para conhecer o texto da lei.
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| Lei
de Eliomar protege Patrimônio Imaterial |
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A lei 3947/05,
de autoria de Eliomar, institui o registro de bens culturais
de natureza imaterial que constituem o patrimônio cultural
carioca. As manifestações culturais de ordem intangível,
como a cultura oral, festas, culinária etc, são consideradas
parte do patrimônio imaterial, cuja preservação
é tão importante quanto a do patrimônio material.
De acordo com a nova regulamentação, os pedidos de registro de patrimônio
imaterial poderão ser encaminhados pelo Executivo, pelo Conselho
Municipal de Cultura - órgão a ser criado conforme
projeto de lei também de autoria de Eliomar tramitando no
Legislativo -, pela Câmara Municipal e por entidades da sociedade
civil. Clique
aqui para conhecer o texto da lei.
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| Samba
e Choro nas escolas |
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O ensino da história da música popular
brasileira, especialmente do Samba e do Choro, passam a fazer parte
das atividades extra-curriculares das escolas da rede municipal,
de acordo com a lei 3949/05, proposta por Eliomar.
A lei tem como objetivos: desenvolver na juventude
o interesse e o gosto por essa música; conscientizar os alunos
sobre a história e importância da música popular
produzida e originária do Rio de Janeiro para a cultura e
a projeção da Cidade no país e no mundo; e
estimular a formação de grupos de samba e choro e
a aproximação da escola com as pessoas e atividades
ligadas a estes gêneros musicais existentes no bairro.
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| Mário
Lago - para sempre na memória da cidade |
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Duas iniciativas de Eliomar homenageiam o compositor Mário
Lago. Uma delas dá o nome do artista à praça
Melvin Jones, mais conhecida como Buraco do Lume - lugar tradicional
de debate político no Centro da cidade. A outra determina
que o Parque das Ruínas, em Santa Teresa, passe a se chamar
Mário Lago. São justas homenagens a esse maravilhoso
carioca que teve intensa participação na vida cultural
e política da cidade e do país.
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