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Hospitais de campanha: vão fechar o que nem chegou a abrir

Apesar de um contrato de mais de R$ 700 milhões do governo Witzel com a Iabas prever a abertura de sete hospitais de campanha, apenas duas unidades foram utilizadas no combate à Covid. Outras três sofreram atraso e disponibilizaram apenas 20 leitos para a reserva, caso necessário.

Uma estrutura de milhões, pagas com dinheiro público, será desativada sem deixar qualquer benefício para o Rio de Janeiro. Mais um retrato de como uma péssima administração pública pode afetar diretamente o Estado.

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