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Viva o choro! Viva São Pixinguinha!

23 de abril, data do nascimento desse que talvez tenha sido o músico mais importante na formação da linguagem musical genuinamente carioca e brasileira.

Não por acaso, é comemorado nesta data o Dia Nacional do Choro — gênero musical que teve em Pixinguinha seu maior expoente.

Hoje as rodas de choro rolam soltas pela cidade.

Hoje pela manhã, o Trem do Choro sai da Central, indo pra Ramos e Olaria, onde os chorões do subúrbio, a capital do choro, mostram que as sementes de Pixinguinha naquela região continuam dando frutos.

Na Rua do Ouvidor, por volta das 15h, Rodrigo Ferrari, da carioquíssima Livraria Folha Seca, comanda a roda que já é bem tradicional por lá.

Já o pessoal da Casa do Choro organiza uma série de eventos que vão desde Paquetá e termina com uma série de shows na Praça Tiradentes.

Na Praça Saens Peña, os grandes músicos do Choro na Rua mostram muito virtuosismo e improviso numa grande roda que contará com a participação de Hamilton de Holanda, o cara que lá atrás teve a ideia de batizar o Dia do Choro e apresentou a proposta a um senador da época.

É tudo de graça. É só escolher uma roda e ser feliz com o primeiro gênero musical urbano do Brasil. Nascido no Rio de Janeiro e que já atravessa mais de 150 anos de história.

Foto: Mestre Walter Firmo. Tirada na casa de Pixinguinha em Ramos.

 

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